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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Google retira dominios co.cc das buscas

Google-SearchA empresa Google decidiu retirar de seu famoso mecanismo de busca, todos os sites que possuem domínio com a terminação co.cc. Por ser gratuito, esse serviço de host era muito utilizado para a disseminação de pragas virtuais e o intuito da Google foi de proteger seus usuários. Fonte: TechTudo / Dicasblogger

domingo, 1 de maio de 2011

Novidade "assustadora" para Mortal Kombat


O nono Mortal Kombat já saiu, mas ainda pode ser que venha novidade por aí...
NetherRealm Studios estaria produzindo um conteúdo para DLC, a fim de lança-lo dia 31 de outubro, data do Halloween. Este material para download teria convidados especiais e, segundo o site BitBag, os nomes comentados não são personagens de videogame, mas matadores dos cinemas: Jason Vorhees e Freddy Krueger!
A ideia parece meio absurda, mas se levarmos em conta que a Warner é dona dos direitos deMortal Kombat e já produziu filmes dos dois serial killers, quem sabe?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

História de canibal de 16 crianças comove a Índia


A opinião pública da Índia se encontra horrorizada desde o final de dezembro com o pior caso de assassinatos em série de sua história, no qual um de seus autores revelou à polícia que havia matado, violentado e tentado comer 16 crianças, embora as vítimas tenham sido mais de 40.
Há vários dias, os policiais descobrem cada vez mais restos humanos nas cercanias de Nova Délhi, onde no dia 29 de dezembro foram encontrados os corpos de 17 pessoas, 16 das quais eram crianças.
Os investigadores dizem ter encontrado cerca de 40 sacos de plástico com dezenas de ossos humanos em Noida, próximo da capital indiana, explica nesta terça-feira o jornal Hindustan Times.
"O balanço poderá superar os 40 mortos", declarou uma autoridade do Gabinete Central de Informação (CBI, em inglês), o equivalente ao FBI americano, citado pelo periódico.
Na segunda-feira foram encontrados mais sacos cheios de crânios e ossos em um esgoto de Noida, disse à AFP um policial da CBI.
Restos de 16 crianças, sobretudo jovens, foram encontrados no jardim da casa do empresário Mohinder Singh.
A polícia prendeu Singh e seu funcionário, Surender Koli, um cozinheiro, no dia 29 de dezembro. Em seguida a justiça os acusou de seqüestro, estupro e assassinato.
Segundo a imprensa, Koli reconheceu ter mantido relações sexuais com os cadáveres das vítimas, de cujos nomes e rostos se lembrava muito bem.
Também explicou que havia tentado comer os órgãos das mesmas e que cortou outros em pedaços antes de jogá-los na privada.
Como exemplo, Koli explicou que tentou provar o fígado de uma menina de quatro anos, e que depois vomitou.
Há mais de quinze dias, os jornais e a TV da Índia divulgam macabras revelações sobre estes atos de canibalismo e necrofilia.
Muitos curiosos visitam "a casa do terror", como foi chamada pela imprensa, onde trabalham ativamente as escavadoras. Com 40 mortos, este é o pior crime da história da Índia. Em 2006, cerca de 20 motoristas de taxi foram selvagemente assassinados por piratas de estradas próximo de Nova Delhi.
Em Noida, os pais das crianças acusam as autoridades de negligência depois que estes denunciaram os desaparecimentos. As vítimas vinham de classes menos favorecidas: famílias de agricultores que vivem nos bairros pobres da cidade e que provém do Estado de Bengala Ocidental (leste).
Desde que a investigação foi iniciada, nove policiais foram afastados por "incompetência".

domingo, 24 de abril de 2011

As 10 figuras mais encrenqueiras dentro da realeza britânica

Às vésperas do casamento real, os britânicos só falam das intermináveis virtudes de William e Kate – bonitos, educados, inteligentes… O casal-modelo, porém, tem uma família problemática, com um passado cheio de confusões e arranca-rabos.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Mercado do tabaco resiste a imagens chocantes nos maços de cigarro


Desde quarta-feira (20), todos os maços de cigarros entregues às tabacarias francesas exibem “imagens chocantes”: pulmões enegrecidos, mãos maltratadas para simbolizar o envelhecimento, seringas para denotar dependência...  Seria isso suficiente para enfraquecer um mercado que, em termos de valores, nunca parou de crescer na França?


segunda-feira, 11 de abril de 2011

China Campeã de Crueldade.



Nos anos 80 era prática comum certas feiras no Anhembi presentearem as crianças com “peixinhos e pintinhos grátis”. A criançada saía feliz da vida com um saco d’água com um peixinho dourado ou com um saco de pão com um pintinho amarelinho.
Quanta crueldade. Os peixinhos não sobreviviam nem uma semana. Já os pintinhos passavam de mão em mão e duravam menos ainda. Nunca ninguém falou nada. Nem os pintinhos, coitados.
A nova moda na China é parecida e está envolta em polêmica. Vendedores de rua estão oferecendo chaveiros com bichinhos vivos selados dentro de saquinhos plásticos com água colorida. Apesar de improvável, o comércio é legal no país.
Há dois modelos: o que contém uma tartaruga brasileira ou os que trazem dois peixinhos.
Segundo o jornal “The Global Times”, esses chaveiros estão sendo comercializados nas calçadas próximas às estações de metrô ou de trem.
Numa tarde de terça-feira, em apenas cinco minutos, a reportagem presenciou a venda de um com peixes e nove com tartarugas.
Um dos compradores entrevistados pelo jornal disse que levou o da tartaruga para deixar no escritório: “É bonitinho e traz sorte”. Já outra que optou pela tartaruga declarou que seu objetivo era libertá-la: “Ela parece tão triste”.
Os ambulantes garantem que os bichinhos podem sobreviver por meses porque a água contém todos os nutrientes necessários. Segundo Mary Peng, cofundadora do Centro Internacional de Serviços Veterinários, peixes e tartarugas não sobrevivem por muito tempo dentro de saquinhos plásticos fechados. “Eles ficam sem oxigênio”.
Os defensores dos animais estão em polvorosa. Dizem que colocar um ser vivo dentro de um espaço selado em troca do lucro é puro abuso, além de imoral.
No entanto, não há nenhuma lei que condene esse tipo de comércio. As leis chinesas proíbem a venda de animais selvagens – uma designação que não se aplica às tartarugas brasileiras e aos peixinhos.
Não sei o que é mais cruel: o tal do “peixinhos e pintinhos grátis” ou tartarugas por R$1.
Páreo difícil esse.

Fonte

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tactics Ogre - Let us Cling Together (PSP) Review

‘Tactics Ogre’ é um remake ambientado no reino medieval de Valeria, terra natal de três grupos étnicos em pé de guerra

'Tactics Ogre' supre todas as expectativas de quem procura por um bom RPG
'Tactics Ogre' supre todas as expectativas de quem procura por um bom RPG













Galeria de Imagens | Plataforma: PSP | Desenvolvedora: Square Enix | Editora: Square Enix |Gênero: RPG | Lançamento: 15/2/2011

Novo jogo do Homem-Aranha é anunciado assista ao trailer

‘Spider-Man: Edge of Time’ deve chegar às lojas em 2011 para PlayStation 3, Wii e Xbox 360
<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-br&amp;brand=msn%20video&amp;playlist=videoByUuids:uuids:4a162278-bfa0-4ae0-8e75-da1ea4ca363e&amp;showPlaylist=true&amp;from=pt-br&amp;fg=PTBR_MSNJOGOS_ptbr_games_home3" target="_new" title="Spider-Man: Edge of Time">Vídeo: Spider-Man: Edge of Time</a>

Acaba de sair o trailer do recém-anunciado “Spider-Man: Edge of Time”, jogo em que o Homem-Aranha 2099 se encontra com o Homem-Aranha original para tentar corrigir um fluxo temporal e prevenir o futuro catastrófico causado pela morte prematura de Peter Parker.
O trailer começa com uma breve introdução ao jogo e mostra os dois homens-aranhas trabalhando juntos para salvar o futuro da humanidade.
Desenvolvido pela Activision e a Marvel, juntamente com a Beenox, “Spider-Man: Edge of Time” foi escrito por Peter David, roteirista de quadrinhos e co-criador da versão futurista do herói.
A jogabilidade envolverá o que a Beenox está chamando de "causa e efeito": as ações de um Homem-Aranha vão interferir diretamente na linha temporal do outro.
Dee Brown, chefe da Beenox Studios, falou entusiasmado: "Estamos constantemente ouvindo aos fãs e procurando por novas e criativas maneiras de inovar a experiência de jogo para eles. Nós queremos criar uma experiência totalmente distinta em “Spider-Man: Edge of Time” ao trabalhar com Peter David na história e criando essa experiência urgente, de altos riscos, onde o tempo está trabalhando contra você e o destino do Homem-Aranha está por um fio".
Essa não será a primeira vez que os dois aracnídeos ficarão frente a frente. Um crossover entre Peter Park e Miguel O’Hara, o Homem-Aranha do futuro, já aconteceu nas revistas em quadrinhos na década de 1990.
O jogo tem lançamento previsto para o fim de 2011 e rumores apontam que ele sairá para os três consoles da atual geração: Xbox 360, Wii e PS3.
Plataformas: _Xbox 360_ | _Wii_ | _PS3_

domingo, 27 de março de 2011

Por que não houveram saques no Japão?


Muitos leitores brasileiros gostaram de um artigo que o  jornalista Christopher Beam publicou na revista americana Slates do dia 16 de março. Gostaram com toda razão, pois a questão que Beam se propôs decifrar é o que se pode chamar de um enigma embrulhado num mistério: por que não houve saques no Japão desde o tsunami ?
Beam baseou seu trabalho numa entrevista com Mark D. West, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Michigan. West começou por onde você e eu começaríamos: saquear é algo praticamente  impensável na cultura japonesa”; “os japoneses são disciplinados e tem um forte sentimento de colaboração social”, e por aí afora. Mas West observa que explicações desse tipo são redundantes. Por que os japoneses não saqueiam? Porque isso não combina com a cultura deles. E como é a cultura deles? É uma cultura em que saquear é impensável.
Ponto para o professor West. Quando esbarramos num fenômeno difícil de explicar, a primeira coisa a fazer é chutar as obviedades para longe. E explicações culturalistas quase sempre pecam pela obviedade. Em geral elas reintroduzem pela porta dos fundos o que supostamente despacharam pela porta da frente.
West e Beam não negam que os japoneses  tenham as qualidades que geralmente lhes são atribuídas. Também não negam que o comportamento deles tenha sido admirável. Em qualquer outro país, teríamos visto um estouro da boiada: uma horda de ladrões correndo para se apoderar de tudo o que pudesse; e muitos seriam  com certeza ladrões feitos pela ocasião, ou seja, por uma momentânea suspensão de valores morais e pela ausência do policiamento.
Como, então, se explica esse notável comportamento japonês? Para West, ele é resultado de um tripé (e que tripé!):  um sistema jurídico “robusto” + uma forte presença da polícia + organizações criminais bem participativas !
Primeiro, as leis japonesas recompensam a honestidade e prevêem punições severas para a desonestidade. Tome-se como exemplo a questão dos  perdidos e achados: os japoneses são famosos por encontrar e devolver aos donos praticamente tudo o que eles tiverem perdido.
Essa prática é ensinada desde a infância. Se você encontrar um guarda-chuva e o devolver, terá direito a uma comissão entre 5 e 20 por cento do valor dele quando o proprietário vier recuperá-lo; se ele não vier dentro de seis meses, você fica com o guarda-chuva. Portanto, os japoneses são em geral honestos, é verdade, mas são recompensados por o serem.
Segundo, a polícia é bem treinada e bem paga, e cultiva meticulosamente um padrão amistoso de relacionamento com as comunidades. Ela está por toda parte. Nas cidades, há kobans(pequenos postos com um ou dois policiais) a pouca distância um do outro. Uma pesquisa feita em 1992 mostrou que 95% dos residentes  sabiam a localização do koban mais próximo e 14% sabiam o nome de um policial que trabalhava lá.
Mas agora, meu caro leitor e minha cara leitora, preparem seus corações. Vocês sabem o que é crime organizado, não sabem? Gente que vive de extorsão, prostituição, tráfico de drogas e coisas no gênero? Pois então: desde o tsunami, os três maiores grupos organizados do Japão estão ajudando a polícia a patrulhar as ruas. Ajudando a manter a ordem e a evitar assaltos e saques. Dá para acreditar? Não? Então tem mais.
Esses grupos também distribuíram uma montanha  de ajuda humanitária – alimentos, remédios –  e arrumaram alojamento para pessoas extraviadas, inclusive estrangeiros. Um dirigente da Yakuza – um dos três grupos – declarou a um jornalista que, em momentos de crise, não tem essa de Yakuza versus população ou de japoneses versus estrangeiros: “o que há são seres humanos e temos todos a obrigação de prestar ajuda uns aos outros”.
A conclusão de Beam é impecável: nessas horas, uma cultura fundada em sentimentos de reciprocidade e comunidade  ajuda muito, sem dúvida. O que eu estou ressaltando é que, no Japão, esses traços culturais são reforçados por instituições jurídicas, policiais, administrativas etc.
Claro, o contraste entre “cultura” e “instituições” tem suas limitações. Precisa ser feito com cuidado para não virar uma história de qual veio primeiro, a galinha ou o ovo. Sempre se pode perguntar por que um gangster japonês de repente se comove  a ponto de promover ajuda humanitária a milhares de pessoas atingidas pela tragédia.
Não me consta que os traficantes do Rio de Janeiro tenham se preocupado em socorrer as comunidades devastadas pelos recentes desabamentos na região serrana.
Admitamos, porém, que há uma vantagem muito grande em falar de instituições em vez de traços culturais vagamente definidos.Instituições são mecanismos que podemos criar, pôr em prática, experimentar, aperfeiçoar e pôr em prática novamente. Podemos calcular quanto custa implantá-las e mantê-las, de quantos funcionários elas vão precisar no próximo ano etc. Podemos distinguir diferentes tipos de instituição (como fez West, que estudou as leis, a polícia e o crime organizado) e avaliar em separado os seus respectivos custos e beneficios. E, principalmente, podemos cobrar responsabilidades.
No Brasil, permanece vivo o hábito de tudo querer explicar por nossa origem portuguesa, pela colonização, pelas capitanias hereditárias etc.
Supõem-se que por aí podemos entender todas as nossas mazelas (digo nossas mazelas porque raramente alguém recorre a tais conceitos para tentar explicar alguma coisa boa), da preguiça do Macunaíma ao assalto à mão armada; de desatenções e incompetências na administração pública ao clientelismo politico; de malandragens que nos fazem rir a crueldades que nos deixam em dúvida sobre se pertencemos mesmo à espécie humana. Não estará na hora de começarmos a pensar de outro jeito?

domingo, 20 de março de 2011

Microsoft lança Internet Explorer 9


Um ano depois de seu anúncio e de fase de testes com mais de 25 milhões de downloads, a Microsoft lança hoje oficialmente o navegador Internet Explorer 9. Nas palavras da própria companhia, é a “reinvenção” do browser que ainda é líder de mercado (56,7%, segundo a NetApplications), mas que perdeu (e muito) em inovação nos últimos anos para os concorrentes Mozilla Firefox (21,74%) e Google Chrome (10,93%).
Se você é usuário antigo de Internet Explorer, vai se surpreender com o novo visual do navegador. A Microsoft retrabalhou a interface toda, ainda um tanto parecida com as duas últimas versões (7 e 8), mas um salto enorme para quem usa IE 6 (sim, 11,33% dos navegadores do mundo usam um software lançado em 2001). No IE9, os sites ficam mais centralizados, com menos barras de ferramentas e botões do navegador para atrapalhar. Dá até para brincar de mover as abas para cima, ao lado da barra de endereços, e para baixo dela.
Mas interface, para o IE9, não é o principal. O forte do navegador é o fato de a Microsoft ter investido em três grandes áreas: velocidade, segurança e compatibilidade com novos padrões para a web.
Velocidade
O primeiro item, pelo menos de acordo com números iniciais divulgados pela Microsoft, impressiona: da fase de testes beta do IE9 para a versão Release Candidate (a última antes da final), foram mais de 2 mil mudanças feitas pela equipe de desenvolvimento do navegador. Entre os itens importantes estão o processo de o navegador delegar à placa de vídeo (ou GPU) do computador o processamento de textos, fotos e, principalmente, vídeos. Nos outros browsers, essa tarefa é feita pelo processador do PC, utilizando mais recursos e, por consequência, deixando o processo mais lento.
Para acelerar a navegação na web, o IE9 traz um novo mecanismo (engine) de processamento de JavaScript, chamado Chakra, que lida melhor com processos nesse formato (como galerias de fotos em sites, para citar um exemplo). Recursos de integração ao Windows 7 (e ao Vista, por consequência) tornam a experiência de uso do IE9 melhor, como o uso das “JumpLists” (que trazem informações de sites sem precisar entrar na página, como manchetes de jornais), o “Aero Snap” (divide a tela para ajustar a navegação em múltiplas janelas) e a criação rápida de atalhos para sites na barra de ferramentas do sistema.
Sem rastros
Segurança, para quem usa qualquer máquina com Windows, é fundamental. O IE9 permite criar listas de sites que você não quer que te rastreiem, para aumentar a privacidade, e um novo gerenciador de downloads facilita – e muito – a detecção de arquivos maliciosos que podem infectar o computador.
Arquivos com “reputação positiva” passam batido (e o Windows não alerta simplesmente que “este arquivo pode danificar seu computador”), arquivos com potenciais problema fazem soar o alarme. E a Microsoft seguiu muito bem a escola Google Chrome e lança o navegador pronto para atualizações automáticas.
Compatibilidade
Finalmente, os padrões: desde o lançamento das versões beta (e da Release Candidate), a Microsoft bate na tecla de que o IE9 está mais que pronto para a nova geração de novos padrões para a web, como HTML5, CSS3 e SVG (já comuns no Google Chrome e Apple Safari, por sinal).
Funciona? Sim. Tem uso por um monte de desenvolvedores? Ainda não. Mas com cada vez mais gente criando sites/aplicativos para plataformas móveis como iPad – que não roda vídeos em Flash, vale lembrar, mas aceita vídeos em HTML5 – ter o apoio da Microsoft no HTML5 conta muito.
Fato é que o Internet Explorer 9 consolida a posição de uma “nova” Microsoft que surgiu poucos anos atrás. A chegada do Windows 7, um sistema operacional reformulado e altamente funcional, foi o primeiro sinal, seguido pelo Windows Phone e, agora, pelo Internet Explorer 9. Quem vai usar?
Gente com Windows 7 e Vista (não roda no XP), que sempre usou e vai continuar a usar o navegador que veio com seu computador. Os recursos ¿ visuais e de desempenho – do IE9 encantam à primeira vista, mas dificilmente quem está acostumado com um Firefox ou Chrome vai voltar ao ‘velho’ IE.
Fonte: Terra

terça-feira, 15 de março de 2011

Comissão Europeia classifica acidente nuclear de apocalipse


15 de março - Caminhão fica pendurado em uma ponte que quebrou durante o terremoto, em Ishinomaki. Foto: AP
Caminhão fica pendurado em uma ponte que quebrou durante o terremoto, em Ishinomaki
Foto: AP

    A Comissão Europeia qualificou nesta terça-feira o acidente nuclear do Japão de "apocalipse", por considerar que as autoridades locais perderam praticamente o controle da situação na central de Fukushima.
    "Se fala de apocalipse e acredito que é um termo particularmente bem escolhido", declarou o comissário europeu de Energia, Günther Oettinger, ante uma comissão do Parlamento Europeu em Bruxelas. "Praticamente tudo está fora de controle", acrescentou o comissário, que não descartou o pior nas próximas horas e nos próximos dias no Japão.
    Terremoto e tsunami devastam Japão
    Na sexta-feira, 11, o Japão foi devastado por um terremoto que, segundo o USGS, atingiu os 8,9 graus da escala Richter, gerando um tsunami que arrasou a costa nordeste nipônica. Fora os danos imediatos, o perigo atômicopermanece o maior desafio. Diversos reatores foram afetados, e a situação é crítica em Fukushima, onde existe o temor de um desastre nuclear.
    Juntos, o terremoto e o tsunami já deixaram mais de 2,7 mil mortos e dezenas de milhares de desaparecidos. Além disso, os prejuízos já passam dos US$ 170 bilhões. Em meio a constantes réplicas do terremoto, o Japão trabalha para garantir a segurança dos sobreviventes e, aos poucos, iniciar a reconstrução das áreas devastadas

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